quinta-feira, 17 de novembro de 2011

요요 Coroa de Gloria 요요

Semeia o bem e você apanhará loureiros
A vida e como uma folha que nasce
Mas depende do caule, que depende da raiz
Que depende do solo, que depende da água
Que depende do homem. Para que dê doces frutos
A arvore bem regada será como uma coroa para ti
Oh! Jardineiro.
Assim é o amor ágape, Eros e fhilo
Sem rancores com teus amores
Que dão mais, os que dão menos e os que nada dão
Na estrada da vida, e do amor siga seu professor
Mas saiba; você será o que quer ser
Remova as dúvidas e não desperdice as modéstias
Não minto, simplesmente sinto e quando sinto; falo.
Eu e meus sentires...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

“nova-mente” ”nova-vida”

Escorrego nos molhados paralelepípedos das minhas lágrimas,
meu coração esta batendo numa terra com vida.
Deitada na calçada antiga da vida eu olho para o cinza abaixo do meu corpo.
Eu não sei se os meus sussurros caíram no chão ou se você me ouve, diga-me se me ouve.
Escutei o grito de sua emoção.
As lágrimas falam de seus encantos que tem deixado vestígios, mesmo sendo só em sonhos.
Levanto o rosto para o céu e vejo nuvens escuras,
meus olhos estão além do muro do esquecimento.
Não sei o que trazer para o horizonte da minha vida,
a memória de uma imagem ou um reflexo sem rosto. Os lábios se separam numa noite de brisa e minha alma estremece sob a carícia do teu encanto.
Meu suspiro e sussurro abraçaram o teu desejo,
sinto a respiração e ouço a sua voz.
Oh! Minhas lágrimas misturam com a chuva nessa antiga rua.
As ondas quebram sobre as cinzas da saudade e
levam-me com elas até ao topo do céu,
vi meu coração quebrado pela a queda da sua voz.
A minha alma estava perdida no labirinto da morte. Chega a aurora e escuto o grito: “nova-mente” ”nova-vida”.
.

Rosangela Colares.
03/11/2011

O meu coração desfalece




Quando o sol dorme nebuloso
Digitalizo no lado oeste do coração
A nossa historia de amor com
Sua presença na esteira do acaso


Um gancho que aparece no mar que construo
Chega a madrugada de um passado escuro
Cega meus sentidos, o efêmero
Com miragens, o véu de uma mulher


Que morreu em um amargo naufrágio
Sufocada pelas cobranças, matando o brilho
Do seu eu poético do oceano do seu amor
Pulando ao abismo para acorrentar as neuroses


As suas cadeias tecem uma marcha nupcial
Para a morte que não quer morrer
Quando o sol se põe, eu sonho
E meu coração desfalece


Rosangela Colares 04/11/2011